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quarta-feira, 29 maio 2019 10:52
Atualidade

Desafios na interpretação dos resultados das biópsias líquidas

A biópsia líquida está cada vez mais a ser usada na Oncologia clínica, contudo ainda existem muitas questões relativamente à sua aplicação. Na Reunião Anual da ASCO 2019, irá ocorrer no dia 2 de junho a sessão de Educação denominada “Liquid Biopsy: How to interpret and Use Results in Clinical Practice”, que terá como moderador o Dr. Geoffrey R. Oxnard, do Dana-Farber Cancer Institute e como painel o Prof. Doutor Filip Janku, do MD Anderson Cancer Center e a Dr.ª Victoria Meucci Villaflor, da Universidade de Northwestern.

A biópsia líquida é um método menos invasivo e mais rápido do que a biópsia tecidular, mas “apesar da sua fácil utilização, não vai substituir completamente a biópsia tecidular”, defendeu o Prof. Doutor Filip Janku.

Existe um teste de biópsia líquida aprovado pela FDA: Cobas EGFR Mutation Test v2, que permite detectar mutações do gene EGFR em doentes com cancro do pulmão de não-pequenas células. Outros ensaios estão em desenvolvimento.

“As biópsias líquidas são fáceis de ordenar, mas quando se recebe o resultado, pode ser confuso”, sublinhou o DR. Geoffrey R. Oxnard, acrescentando que “os médicos têm dúvidas sobre o que os resultados positivos e negativos significam”. Por esse motivo, nesta sessão vão-se discutir casos práticos, com base na informação disponibilizada na literatura publicada, com o objetivo de ajudar a clarificar os benefícios e as limitações da biópsia líquida e de ajudar a aplicar os resultados obtidos na determinação da terapêutica mais adequada ao doente. 

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